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O Mais e-Sports entrevistou Gabriel “Mit” Souza, treinador do time de League of Legends do Flamengo. A equipe carioca estreou com uma derrota de 2 a 1 para a IDM Gaming no CBLOL 2018. Confira o papo com o treinador:

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Para Mit, toda derrota é preocupante, mas ele acredita em uma reerguida do FLA. “Ainda tem seis rodadas para o campeonato acabar, a gente consegue ter uma retomada nas próximas rodadas.”

A saída de Daniel “Evrot” Franco foi bastante criticada pelos torcedores. Perguntamos para o treinador o que ele achou da estreia de Bruno “Goku” Miyaguchi, contratação que veio para substituir Evrot. Ele responde: “Acredito que no primeiro jogo ele teve uma atuação muito boa, ele estava com um campeão carregador. A gente tinha um match-up um pouco ruim no topo e infelizmente a Fiora conseguiu escalar — com isso, ele não conseguia ter mais a pressão que ele poderia exercer dentro do jogo. O papel dele no primeiro foi muito bom. No segundo ele tinha um papel muito tático, eu acho que ele aplicou muito bem. Tanto ele quanto o Shrimp precisavam estar bem sinérgicos, e é muito difícil fazer isso com um coreano. Acho que ele seguiu tudo que planejamos da melhor forma possível. No terceiro jogo eu acho que ele poderia ter jogado um pouco melhor, ele não demonstrou todo potencial dele, ele é um jogador muito bom e tem muito para demonstrar no CBLOL.”

Quando questionado sobre o meta, Mit respondeu: “Eu descobri esse meta praticamente na sexta, pois ficamos desde segunda sem treinar. Eu acho que é muito bom, isso traz diversidade para o jogo, acho que o jogo morre se não tiver mudanças drásticas como esta.” Ele opinou que há hoje muitas estratégias viáveis, mas os times precisam ser mais coesos na aplicação delas.

A IDM utilizou o Ornn nas mãos de Sarkis, e Mit conta que eles não esperavam o pick nas mãos do ADC da IDM. “Apesar de ter visto o histórico do Sarkis e ele ter jogado algumas partidas, a gente ficou ‘Será que ele vai usar mesmo?’ Isso que faz o meta ser diverso, isso que faz o jogo se manter vivo,” opinou.

Mit comentou também sobre a pressão da torcida do FLA. “É realmente muito grande, é maior que a do meu antigo clube, que também tinha uma pressão muito grande. Então, eu acho que por eu ter um pouquinho mais de experiência, por eu já ter passado por um time de grande massa, facilitou um pouco,” explicou. “Estou lidando de uma forma em que eu uso a experiência para poder contrabalancear com a pressão. É muita pressão e muito apoio também.

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