O Mais e-Sports conversou com Rafael “Rakin” Knittel, mid laner da paiN Gaming. O jogador fez sua estreia pela paiN em um CBLOL neste Domingo (19) contra a KaBuM.

No primeiro jogo da série, a paiN manteve Gabriel “Kami” Bohm no time. Para o segundo jogo, o treinador Gabriel “Mit” Souza optou por utilizar Rakin, uma das armas do arsenal de jogadores que Mit tem em suas mãos.

O mid laner atuava pela Big Gods em 2016 e foi uma das grandes revelações do segundo split do CBLOL. A paiN anunciou a contratação do jogador durante a final entre CNB e INTZ pelo segundo split de 2016.

Rakin chegou a atuar pela paiN Gaming durante o presencial da XLG Super Cup, onde conquistou o seu primeiro título com a equipe. 

Rakin estreia pela paiN no CBLOL

O impacto da entrada de Rakin já começou nos picks e bans, a KaBuM e-Sports respeitou e baniu o Zilean do jogador. Ele falou ao Mais e-Sports que ele e a paiN Gaming sempre brincavam falando que o time adversário iria banir Zilean quando Rakin fosse jogar. “Quando baniu, todos começaram a rir no meio do Draft. Não é um campeão muito banido.”

Ele completa e fala: “Ter acontecido este ban foi algo muito bom para mim. É um campeão característico meu, isso até diminuiu o meu stress e me deixou mais tranquilo. Assim que eles baniram o Zilean eu me senti muito descontraído.”

Como é substituir Kami?

Ele também falou um pouco sobre como é entrar no lugar de Kami. Esta foi a primeira partida da paiN em um CBLOL em que Kami não foi o mid laner da equipe. “Realmente dá um nervoso. Ele é o maior nome do e-Sports no Brasil neste momento na minha opinião. Eu sempre admirei muito ele. Quando vejo os treinos eu tento entender tudo que ele está fazendo, tento entrar na cabeça dele. Estar naquele assento que ele jogou a vida inteira no CBLOL, foi algo absurdo para mim. Estava lá com sorriso no rosto, as vezes até batia um nervosismo, mas o time me fazia sempre me sentir em casa e como uma peça essencial para a paiN.”

Pela primeira vez, Kami não está atuando pela paiN Gaming no CBLOL. O mid laner assiste ao lado de Tay, Juc e Mit a partida.

Ele revelou também que a entrada dele no segundo jogo para esta semana foi algo premeditada. “Sentamos e conversamos sobre isto. Tivemos todo o preparo tanto dentro do jogo como psicológico para entrar nesta partida o mais relaxado possível. Eu sinto que é algo que pode ser utilizado no futuro, como uma arma surpresa.

Com os pés nos playoffs, o jogador comentou que nem ele e nem a paiN tem preferência para enfrentar algum time ou evitar outro. “Iremos dar o nosso máximo para ganhar independente de quem vier.” Ele completa.

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