A paiN Gaming levou a melhor na última competição de League of Legends do ano. O time vermelho e preto conquistou neste domingo (4), o título da XLG Super Cup de League of Legends ao vencer o CNB eSports Club por 2 jogos a 0. Com a vitória, a paiN levou para casa uma premiação de 28 mil reais, mais a taxa de participação. Já o CNB, pelo vice-campeonato, embolsou 14 mil reais, além da taxa de participação.

A história da grande final teve momentos bem diferentes. A paiN Gaming controlou todas as ações do primeiro jogo e contando com uma boa atuação de Thulio “sirT” Carlos com sua Vi, o time vermelho e preto conseguiu vencer a primeira partida da série com certa facilidade.

Já no segundo jogo, a CNB mostrou a que veio. Em uma partida marcada por reviravoltas, ambas as equipes tiveram a oportunidade de fechar a partida. A paiN Gaming começou na vantagem, porém, deu espaços para que os blumers se recuperassem na partida e tivessem a oportunidade de virar o jogo. Foi aí que a estrela de Matheus “Mylon” Borges brilhou. Com seu Maokai, Mylon conseguiu uma grande jogada ao explodir a Taliyah de Thiago “TinOwns” Sartori, abrindo espaço para que a paiN Gaming conseguisse fechar a partida e consequentemente a série, faturando o título da XLG Super Cup 2016 de League of Legends.

Ao final da partida, o Mais e-Sports conversou com o mid laner Rafael “Rakin” Knittel sobre como é substituir Gabriel “KamiKat” Bohm na paiN Gaming e também sobre o futuro para 2017 na organização.

De acordo com Rakin, que em outra oportunidade disse ao Mais e-Sports que a camisa da paiN Gaming pesava, afirmou que a experiência de jogar um campeonato presencial, substituindo Kami e de quebra sair com o título é algo surreal.

“Eu entrei aqui com a expectativa de ganhar, não importa se é substituindo o Kami, posso estar substituindo o Faker, mas eu vou entrar em todo campeonato com expectativa de ganhar. Quero provar que não sou só um reserva, sou alguém que pode causar impacto dentro do jogo. Sou aquela pessoa que pode fazer um pouco a mais pra ajudar o time em si”, conta Rakin.

Questionado sobre o fato do treinador Gabriel “Mit” Souza, falar que gostaria de trabalhar com um elenco grande, para ter peças de reposição no mesmo nível do jogador titular e se o mesmo já havia comentado com ele sobre a possibilidade de jogar alguma partida no CBLOL, Rakin explicou a situação.

“Existe a possibilidade sim, porque depende muito da fase dos jogadores. Se contra algum time, meu playstyle for melhor para o nosso time do que o do Kami, então eu irei jogar. Se for o do Kami, obviamente ele vai jogar. Depende também da fase do jogadores, se um estiver tendo uma performance melhor no treino, provavelmente o Mit vai dar prioridade a esse jogador. Mas e uma competição muito amigável e para os dois jogadores é excelente, porque eu sinto que motivo o Kami a melhorar e ele me motiva muito a melhorar”, revela o mid laner.