O jungler Gabriel “Revolta” Henud continuou na Vivo Keyd para o ano de 2018 ao lado de antigos companheiros. Conversamos com o jogador sobre a estreia da Keyd no CBLOL e como está sendo a volta do “Exodia”.

Quando o quinteto atuava pela INTZ era comum ver a equipe empatando nas primeiras séries MD2 do campeonato, Revolta sempre afirmou que o importante é a evolução do time durante a fase de grupos. Desta vez, a Keyd já começou atropelando a INTZ, uma das favoritas ao título. Revolta comenta o bom início:

“Honestamente eu não sabia o que esperar. A INTZ é um time que você precisa de material deles e a gente não tinha. O fato de termos começado bem reflete de todos serem muito diferentes do que éramos antes. Essa line de 2018 não é a mesma de 2016. Somos outras pessoas, estamos muito diferentes. Todo mundo tem uma característica totalmente diferente que muda muito o time. Acho que essas características diferentes fizeram com que nós começássemos bem no campeonato.”

Foto: Riot Games

Revolta também explicou que nem mesmo os jogos da Superliga ajudaram para estudar a INTZ. “Senti que não era um campeonato que todos os times davam o 100% deles,” comentou. Além disso, ocorreram várias mudanças no meta do League of Legends.

Hoje, Revolta joga em uma line-up que nunca perdeu uma série no Brasil! Conversamos com o jogador e perguntamos quais são as diferenças dessa line de 2018 para a antiga INTZ de 2016. 

“Eu acho que as diferenças mais expressivas eu vejo no micaO, Jockster e Tockers. O micaO e o Jockster tem mais um papel de liderança, um papel mais decisivo. Eles conseguem ter uma opinião firme sobre o que eles querem fazer, sobre o que eles acham. Isso é uma característica dos dois indivíduos, não deles como dupla, eles sozinhos estão assim. O Tockers está muito mais fácil de conviver. Ele é mais maleável de conversar e isso ajuda muito o time. Ele corrigiu muito os problemas que ele tinha antes para se tornar um jogador exemplar.”

Outra diferença é que o quinteto não conta mais com Peter Dun como treinador. O jungler comentou sobre a diferença de Peter para Lorenzo: “O Peter é um cara que tem muitas informações. Então o entendimento dele é diferente. Ele era muito mais focado em mid e jungle, então ele lidava muito comigo e o Tockers. Para mim a maior diferença é que eu lidava muito mais com o Peter e tinha muito mais feedback dele do que eu tenho hoje com o Lorenzo. O Lorenzo ele trabalha mais com nós como grupo, ele ajeita o time, vê um detalhe que nós não vimos e bota tudo no lugar.”

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