O CBLOL está de volta e preparamos um Power Rankings para vocês ficarem ainda mais animados para a competição!

Antes de tudo, o que é um Power Rankings? Eu (Eric) coloquei como eu vejo a força de cada uma das equipes para este CBLOL. Ou seja, é algo opinativo e tudo pode acontecer! Então não se esqueça de comentar também a sua opinião!

1 – Vivo Keyd

INTZ após vencer a Edward Gaming no Mundial. Foto: Riot Games

O famoso Exodia não podia estar em uma posição diferente. O quinteto simplesmente nunca perdeu uma série no Brasil. E olha que… não foram poucas séries.

Juntos, eles já passaram por diversas situações. Já foram louvados, já foram crucificados, já tiveram conflitos internos e já estiveram no céu. Já venceram brasileiros, turcos, russos, chineses e até coreanos. São os cinco jogadores brasileiros com maior experiência internacional!

A separação do quinteto em 2017 foi algo estranho para a comunidade e acredito que até mesmo para eles. Foi um ano que serviu para cada um mostrar o seu valor individual.

A Vivo Keyd lutará contra si mesma para conseguir trazer a mesma sintonia que o time teve em 2016.

2 – INTZ

A equipe venceu e sobrou na Superliga ABCDE. Sem problemas na semifinal contra a paiN e sem problemas na grande final contra a ProGaming.

O time de renegados teve três perdas após o segundo split. A bot lane Micael “micaO” Rodrigues e Luan “Jockster” Cardoso deixou o time para se juntar a seus velhos companheiros na Keyd. O jungler Gabriel “Turtle” Peixoto foi buscar novas oportunidades com a camisa dos blumers.

INTZ vence Team One no Challenge of the Gods em Vitória – ES. Foto: Jullian Pablo

Para a bot lane, os intrépidos conseguiram tirar o ADC campeão brasileiro da Team One, Luis “Absolut” Felipe, e apostou no renegado Pedro “Ziriguidun” Mel.

Esta INTZ é uma equipe que sabe se movimentar bem pelo mapa e não deixa a desejar no quesito mecânica. É um time que não tem medo de arriscar picks inusitados!

3 – RED Canids Corinthians

A vontade de colocar esta RED Canids em segundo ou até mesmo em primeiro lugar neste Power Rankings surgiu. Mas após repensar bastante, acredito que vejo eles nesta terceira posição, mas, ainda assim, uma equipe que irá brigar pelo título.

Novamente temos uma reformulação completa na equipe. O time conta com o coreano que mais teve sucesso pela sua passagem no Brasil e um mid laner que ficou durante um ano na sombra de Lee “Faker” Sang-hyeok. 

Para os dois coreanos jogarem juntos, Hugo “Dioud” Padioleau precisará ficar de fora e Victor “Cabu” Oliveira é quem assume a função de suporte do time.

Foto: Luis Duarte

Cabu teve um 2017 muito infeliz. Foi rebaixado do CBLoL e logo depois rebaixado do Circuito Desafiante. Agora ele tem a oportunidade de jogar em um time que vem em busca do título. A oportunidade é incrível… mas a pressão também será gigantesca não só para o suporte mas para todos do time.

A contratação de Pedro “LEP” Marcari foi outra ótima jogada da matilha. O top laner demonstrou toda sua força de vontade durante uma fase terrível de sua antiga equipe e tem agora a oportunidade de lutar para ser campeão novamente.

Com uma comissão técnica forte, a equipe precisará encontrar a melhor forma de abusar da line-up com oito jogadores e definir jogo por jogo quem serão os dois estrangeiros que irão atuar. Além disso tudo, trabalhar bem a comunicação é outro grande desafio do time.

4 – Team One

A atual campeã brasileira surpreendeu a todos em 2017. Um time que chegou despercebido e, quando notamos, eles já estavam na final!

Foto: Riot Games

Além das outras três equipes citadas, a Team One vem também como uma candidata forte ao título. Mas, assim como a RED Canids, o time precisará evoluir a sua comunicação com o coreano Han “Lactea” Gi-hyeon.

Recentemente, a Team One perdeu de forma bem constrangedora para a ProGaming na semifinal da Superliga. Eu realmente acredito que foi uma “ressaca” pós-Mundial da equipe, além do pouco tempo de adaptação com Lactea.

A chegada de Ednilson “Jukaah” Vargas para comandar a operação de League of Legends da organização é outro ponto positivo para o time.

5 – paiN Gaming

Pela primeira vez a paiN jogará um split do CBLoL sem Gabriel “Kami” Bohm e sem nenhum jogador da line campeã de 2015.

Foto: Leonardo Muraoka

As contratações da paiN foram boas: Thiago “tinOwns” Sartori para o mid e Murilo “Takeshi” Alves para a top lane do time. Tin é um dos jogadores mais talentosos do Brasil. Takeshi está migrando para uma posição em que o Brasil é muito carente e a liderança do Capitão é algo que a paiN definitivamente precisa.

O time é de fato composto por ótimos nomes e jogadores que são incríveis mecanicamente. Porém, a paiN mostrou um macro game muito fraco durante a Superliga.

O novo Head Coach (que a organização ainda não anunciou) precisará trabalhar com todo o time o modo como a paiN se move pelo mapa para que não dependam de Team Fights depois dos 35 minutos de jogo para conseguir uma vitória.

6 – ProGaming

A ProGaming foi uma das grandes surpresas do segundo split de 2017 jogando em torno de Goku e conseguindo uma boa colocação na tabela.

Foto: Riot Games

Mesmo assim, o time cometeu deslizes no final do campeonato e acabou nem alcançando a vaga para os playoffs da competição.

Na Superliga, a ProGaming surpreendeu vencendo a Team One na semifinal, mas tomou um passeio da INTZ na grande final. ProGaming e paiN Gaming são os principais candidatos para a quinta vaga dos playoffs.

7 – CNB

Na janela de transferências, a CNB acabou se saindo um pouco atrás das outras equipes. Perder TinOwns foi algo que vai pesar bastante para os Blumers.

O time conseguiu algumas boas movimentações trazendo Leonardo “Robo” Souza, Gustavo “Baiano” Gomes e Gabriel “Turtle” Peixoto. Juntos, os três já alcançaram uma final do CBLoL pela Keyd Stars. Hoje temos um Robo muito mais experiente, um Turtle que passou um ano ao lado de Peter Dun e um Baiano que ganhou experiência internacional.

Foto: CNB

Mesmo sendo um jogador bem famoso, Rafael “Rakin” Knittel não tem muita experiência comparado aos outros mid laners. Sua única atuação em CBLoL foi praticamente o split do -16 da Big Gods. Na paiN, Rakin não teve muitas oportunidades.

O desempenho deste time vai depender bastante da evolução de Rakin e de como Turtle e Baiano irão se organizar para liderar a equipe.

8 – KaBuM

A história de uma equipe subir e ser rebaixada está começando a ficar cada vez mais comum. Foi assim com a Brave, foi assim com a TShow e existem grandes chances desta história se repetir com a KaBuM.

Foto: Promo Arena

O time venceu um desafiante com bastante domínio mas a Superliga mostrou que a organização ainda não está no mesmo nível de outros times do CBLoL.

Alexandre “Titan” Lima é o jogador mais novo do time e o grande nome desta equipe.