O Mais e-Sports entrevistou Marcelo “Ayel” Mello, top laner da INTZ, equipe que segue na liderança e é a primeira a se classificar para os playoffs deste segundo split do CBLOL.

Após a vitória contra a ProGaming, Ayel deu uma declaração na bancada da Riot Games onde ele afirma “Acho que a gente já está em um nível extremamente alto. Eu sinceramente, acho que somos o melhor time do Brasil atualmente. E eu acho que a gente já fixou todas as ideias básicas, até talvez intermediárias. Estamos aprendendo mais coisas, coisas bem detalhísticas, que fazem toda diferença no jogo,” o top laner ainda termina o seu discurso falando “A gente está bem apto a ir para o Mundial agora.

Você pode conferir as palavras do jogador em vídeo logo abaixo:

O Mais e-Sports perguntou para Ayel de onde ele conseguiu tanta confiança para falar isso na bancada, ele responde: “Eu comecei a mudar meu ponto de vista em relação ao jogo. Comecei a enxergar muita coisa que eu aprendi assistindo VODs ou o Peter iluminou minha mente, ou o time em si me iluminou.”

“Percebi que as minhas atitudes mudaram em relação ao jogo. Estou bem mais consistente em relação nas minhas calls.” O jogador comentou também que vem treinando muito seu shotcalling até mesmo na soloQ e que vem dando muito certo.

Já classificados para os Playoffs, Ayel comenta que não sabe qual equipe seria o maior problema para a INTZ: “Não sei. Eu acredito que o time que tem mais potencial de dar volta por cima é a Red, realmente. Talvez a Team One possa ter alguma coisa obscura, eu acho possível.”

Foto: Riot Games

Para finalizar, perguntamos se Ayel tem algum recado para todas as pessoas que não acreditavam em seu potencial durante a sua má fase na Red Canids em 2016. “Não tenho um recado para dar. Eu só gosto de mostrar para as pessoas que independente de você tentar botar alguém para baixo para que ela não consiga o que ela quer, se ela realmente acreditar no que ela quer e correr atrás disso ela consegue,” ele continua falando “Sou o exemplo perfeito disso, porque antigamente eu era simplesmente um cara de soloQ que caiu no competitivo de paraquedas. Eu nunca tive um aprendizado consistente. Eu sempre tinha que ir atrás mas não sabia o que eu tinha que aprender. Entrar na INTZ foi uma luz no caminho para mim porque eu já estava desistindo do competitivo.”