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Lembra da Falkol, a equipe que, após conquistar sua vaga no Circuito Desafiante, partiu em um bootcamp na Coreia? O time já está de volta e fez sua estreia no palco na Superliga 2018. A equipe, no entanto, não conta com o melhor desempenho no campeonato até agora, tendo conquistado apenas uma vitória de três séries disputadas.

Os resultados, no entanto, não são preocupantes para o técnico Ednilson “Jukaah” Vargas. Mesmo abalado pela derrota de 2 a 0 contra o Santos e-Sports na última sexta (23), Jukaah é categórico sobre o que a Superliga significa para a equipe da Falkol: “É um momento de adaptação da nossa equipe para 2019, que é nosso objetivo”, crava.

“Um campeonato desses faz o time começar a criar identidade“, argumenta. “Mesmo querendo ganhar a Superliga, agora é o momento de adaptar o que aprendemos na Coreia com o que funciona aqui no Brasil. Dos 6 jogos até agora, os começos foram semelhantes: saímos muito na frente, mas temos um problema em fechar o jogo. É o que vamos trabalhar essa semana, é o nosso principal erro”, afirma, relembrando a última série disputada pela equipe.

O técnico nega que os jogadores estejam sofrendo pressão no palco. Apesar do early game dos dois jogos ter sido dominado pela Falkol, o Santos e-Sports voltou para o jogo do meio para o final das partidas, e Jukaah afirma que isso tem a ver com o que tem acontecido nos treinos. “Quando a gente chegou da Coreia, botamos na cabeça que queremos jogar de uma maneira muito agressiva“, revela o coach.

Jukaah Vargas é técnico da Falkol, organização estreante na Superliga 2018 (Foto: Leonardo Sang/Superliga)

“Dos 6 jogos que jogamos até agora, em apenas um não saímos na frente, que foi o segundo da CNB. Em todos os outros, começamos ganhando. O que está faltando pra a gente é, dentro de jogo, todo mundo ter na cabeça de qual é sua função no mid game, para a gente fechar o jogo de uma maneira limpa. E isso está nitidamente fora da cabeça deles, e é exatamente o que vamos trabalhar durante a semana”, garante.

De acordo com Jukaah, a Falkol precisa principalmente de tempo para emplacar boas atuações na Superliga. “Dos sete jogadores que temos na equipe, cinco são completamente inexperientes. Alguns jogaram Circuito Desafiante, mas só um split e tiveram alguns problemas. Sabemos que com o tempo nós conseguiremos arrumar esse fator, também conseguiremos arrumar outros problemas que virão e eles ganharão experiência para 2019″, finaliza.

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