Tendo anunciado recentemente a renovação do contrato com o elenco por mais cinco anos, a FURIA teve o acordo antigo divulgado. Lá, a organização definiu a separação das premiações de torneios e o salário dos jogadores, que era de US$ 1,4 mil

Além dos US$1,4 mil salariais, os jogadores também recebiam valores das premiações. No entanto, uma fatia menor do que a organização. Enquanto o elenco recebia 40% das premiações de torneios, a FURIA faturava 60%, revelou o site Dexerto, que teve acesso ao documento. Esses 40% eram divididos entre todos os componentes da equipe, incluindo o treinador Nicholas “Guerri” Nogueira.

“Essa divisão de premiação está entre as piores que eu já vi, senão a pior. Eu posso falar isso com exatidão. Raramente vejo algo desse tipo, principalmente em um jogo da Valve, onde jogadores, treinador e manager não dividem 90% das premiações”, disse o advogado Ryan Fairchild ao site.

Outro acordo realizado no contrato foi o da multa recisória, que era de US$200 mil para todo elenco. “Para mim, uma multa de US$ 200 mil comparada com um salário de US$ 1,4 mil é ridículo e opressivo”, disse o advogado.