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Hoje a Blizzard divulgou a nova heroína do Overwatch. Ana Amari entra agora no jogo, ela é uma suporte egípcia!

De acordo com a descrição da Blizzard, seu Arsenal permite que ela afete heróis em todo campo de batalha com seu Rifle Biônico. Confira as habilidades dela:

HABILIDADES

RIFLE BIÓTICO
O rifle de Ana atira dardos que podem restaurar a vida de seus aliados ou causar dano continuado a seus inimigos. Ela é capaz de usar a mira telescópica de seu rifle para dar tiros incrivelmente precisos.

DARDO SONÍFERO
Ana dispara um dardo de sua arma secundária, deixando seus inimigos inconscientes (porém eles despertam ao receber dano).

GRANADA BIÓTICA
Ana lança uma granada biótica que causa dano aos inimigos e cura os aliados em uma pequena área de efeito. Aliados afetados recebem por tempo limitado cura aumentada de todas as fontes, enquanto inimigos pegos pela explosão não podem se curar por alguns instantes.

ESTIMULANTE
Depois que Ana atinge seus aliados com um estimulante de combate, eles se movem mais rápido, causam mais dano e recebem menos dano dos ataques inimigos temporariamente.

* Não sabemos ainda quando Ana Amari irá ficar disponível dentro do jogo.

BIOGRAFIA

Nome verdadeiro: Ana Amari, Idade: 60
Ocupação: Caçadora de recompensa
Base de operações: Cairo, Egito
Afiliação: Overwatch (anteriormente)

TODOS DEVEM ENCONTRAR SUA CAUSA.

Uma das fundadoras de Overwatch, Ana usa suas habilidades e seu conhecimento para defender seu lar e as pessoas que ela ama.

Como a Crise Ômnica teve um peso muito grande para o Egito, as forças de segurança esvaziadas e sem pessoal do país se apoiaram nos franco-atiradores de elite. Entres eles, Ana Amari, que era considerada por muitos a melhor do mundo. Sua destreza com as armas, tomada rápida de decisões e instintos, fizeram dela uma seleção natural para se juntar à força de ataque de Overwatch que terminou a guerra.

Seguindo o sucesso da missão original de Overwatch, Ana serviu muitos anos como a Segunda no Comando para o Comandante de Ataque Morrison. Apesar de suas grandes responsabilidades liderando a oranização, Ana se recusou a deixar as operações de combate. Ela continuou ativa até seus cinquenta anos de idade, até acreditarem que ela morreu nas mãos de uma agente da Talon conhecida como “Widowmaker”, durante uma missão de resgate de reféns.

Na verdade, Ana sobreviveu a esse encontro, mesmo que gravemente ferida e tendo perdido seu olho direito. Durante sua recuperação, ela sentiu o peso de uma vida gasta no combate e decidiu permanecer distante dos conflitos mundiais que se alargavam. Entretanto, com o passar do tempo, ela se deu conta de que não podia fazer nada enquanto sua cidade e as pessoas inocentes ao seu redor eram ameaçados por outros.

Agora, Ana voltou à luta para proteger seu país das forças que poderiam desestabilizá-lo; e mais importante, para manter sua família e seus aliados mais próximos em segurança.